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Feliz dia das mães!

Todos os dias são dias de celebrá-las, honrá-las e prestar-lhes homenagens. Elas merecem ser reconhecidas, respeitadas, admiradas e defendidas. Mas hoje em especial, reservamos este momento para falar o quanto as Mães são importantes e essenciais para a formação de um lar, de uma Nação forte e próspera.  Não importa a raça, crença, ideologia, sexo, formação intelectual ou classe social. Todos os indivíduos nasceram de uma mãe.

Vejam a responsabilidade e privilégio que a mulher tem ao gerar um filho em seu ventre, amamentá-lo e educá-lo. Não é e nem nunca foi uma tarefa fácil, e no decorrer dos anos os desafios aumentaram e essa missão tornou-se ainda mais árdua.

O Brasil tem cerca de 67 milhões de mães, segundo pesquisa do Instituto Data Popular. Dentre elas, 31% são solteiras (cerca de 20 milhões) e 46% trabalham e têm sua jornada dobrada, pois além de contribuírem com a parte financeira, também mantém a ordem do lar, cuidam dos filhos, da casa e do marido. Já as solteiras, além de suas jornadas diárias, ainda carregam uma responsabilidade que não é delas, de tentar suprir a ausência dos pais.

Não é difícil concluir que as mães do nosso país precisam sim de ajuda e apoio do Estado para ter condições e possibilidades de criar seus filhos com educação, segurança e saúde. No entanto o Estado, que anda divorciado da Nação, e a disputa entre os Poderes, tem gerado ainda mais conflitos e preocupação para estas mães de família. Prova disso é o desespero de muitas mães que passaram por problemas com a dependência química dos filhos, ao assistirem os noticiários com informações de que o STF poderá legalizar as drogas.

Muitas ações do Estado, por meio de Secretarias, vêm com o intuito de retirar a autoridade dos pais sobre os filhos. Sem falar na preocupação de enviá-los às escolas do nosso país, pois além da violência física que vemos todos os dias, há também a doutrinação nas salas de aula, que muitas vezes destoa dos valores pregados no ambiente familiar.

Precisamos promover com urgência políticas públicas que protejam e fortaleçam os laços familiares. Precisamos aprovar o Estatuto da Família, pois ele reafirma a garantia dos direitos dela. Precisamos que temas tão polêmicos e já previstos em nossa Constituição como a  legalização do aborto e das drogas, sejam debatidos e deliberados pelo Congresso Nacional, que é formado democraticamente pelo voto do povo, pois ele sim, tem a incumbência de alterar nossas leis.

Por fim, deixo a reflexão de que, como pessoas, precisamos valorizar ainda mais as mães brasileiras. Respeite e honre a sua mãe, respeite e ajude a mãe dos seus filhos, respeite as mães do nosso país.

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