

Em uma sessão marcada por discursos firmes e pressão popular por mais segurança, a Câmara dos Deputados aprovou o novo marco de enfrentamento ao crime organizado. O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) celebrou o resultado, reforçando que a votação representa uma vitória da sociedade brasileira.
Durante o debate, Sóstenes destacou que o relatório apresentado pelo deputado Capitão Derrite (PP-SP) avança no combate às facções criminosas e responde ao clamor das comunidades mais afetadas pela violência. O parlamentar elogiou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), pela decisão de pautar o tema e afirmou que o endurecimento da legislação é um passo essencial.
Após a aprovação do texto, Sóstenes reagiu com entusiasmo:
“Vitória do Brasil! O PT defendendo o crime organizado fez tudo para impedir, votou contra, mas acabamos de ter 370 votos pelo projeto de lei de enfrentamento ao crime organizado. É um grande avanço, é uma legislação moderna. Parabéns ao relator Derrite e ao presidente Hugo Motta por ter pautado.”
O deputado lembrou que o PL ainda pretende avançar na equiparação do crime organizado ao terrorismo — ponto que não foi incluído no texto aprovado. Ele reforçou a expectativa de que o projeto de autoria do deputado Danilo Forte seja votado em breve.
“Nós gostaríamos de já ter equiparado o crime organizado ao terrorismo, mas foi indeferido. Esperamos que essa votação venha ao plenário em breve”, afirmou.
Sóstenes também destacou que o novo marco legal prevê punições mais duras, podendo chegar a até 40 anos de prisão, e mudanças como o fim das audiências de custódia para crimes dessa natureza. Em tom crítico, apontou a posição da oposição:
“A esquerda, na sua maioria, votou contra — e fica claro ao Brasil quem está do lado da sociedade, do trabalhador, do homem da periferia que não quer o crime organizado, e quem está ao lado dos criminosos.”
O deputado concluiu afirmando que o PL seguirá ao lado das comunidades que mais sofrem com a violência:
“Nós da direita, do PL, estamos sempre ao lado da população de bem, do trabalhador das periferias, das favelas, das regiões ribeirinhas, que não aguentam mais a criminalidade. Parabéns, viva o Brasil!”