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Sóstenes participa de manifestações de 7 de Setembro no Rio e em São Paulo

No feriado da Independência, comemorado em 7 de setembro, além do tradicional desfile cívico-militar realizado em diversas capitais, também ocorreram manifestações em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do Partido Liberal na Câmara dos Deputados, participou dos atos realizados em Copacabana, no Rio de Janeiro, e na Avenida Paulista, em São Paulo. As manifestações reuniram milhares de apoiadores vestidos de verde e amarelo e que carregavam faixas e camisetas com a hashtag #ReajaBrasil, lema adotado pelo PL em defesa de Bolsonaro.

O tom central dos atos foi a defesa da liberdade do ex-presidente, que cumpre medidas cautelares determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo prisão domiciliar e uso de tornozeleira eletrônica, o que o impediu de estar presente nas manifestações.

Em discurso na Avenida Paulista, Sóstenes Cavalcante afirmou sentir-se emocionado ao encontrar o que chamou de “verdadeiros patriotas”. Segundo ele, a mobilização popular em apoio a Bolsonaro contrasta com a baixa adesão em eventos promovidos por partidos de esquerda.

“Hoje os nossos adversários quiseram fazer eventos pelo Brasil e tiveram apenas meia dúzia de gatos pingados. Aqui está a multidão do Brasil que veste verde e amarelo. O Brasil jamais será vermelho”, declarou.

O parlamentar também criticou duramente o ministro Alexandre de Moraes, acusando-o de violar direitos humanos e de perseguir Bolsonaro. Sóstenes defendeu que o Senado avance com o processo de impeachment contra o ministro, destacando que já haveria número suficiente de assinaturas para o andamento da proposta.

“Nós estamos aqui hoje para lutar por anistia, por liberdade de expressão da imprensa, que está sendo emudecida, e por liberdade religiosa, pois é um absurdo pedir apreensão dos cadernos de pregação do pastor Silas Malafaia e do seu celular”, afirmou.

O deputado também voltou a mencionar os presos pelos atos de 8 de janeiro de 2023, argumentando que os condenados representam “milhões de brasileiros que continuarão a se multiplicar nas ruas”.

Encerrando sua participação, Sóstenes deixou um recado aos apoiadores:

“2026 é logo ali. Volta, Bolsonaro!”.

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